domingo, 20 de setembro de 2009
Matéria interessante sobre o troco e as moedinhas de 1 centavo, publicada no jornal O Globo, do Rio de Janeiro.
O consumidor já está acostumado. Seja nas pequenas lojas de rua ou nas grandes redes varejistas, não importa se o produto é caro ou barato, é comum seu preço terminar com "99 centavos". R$ 1,99, R$ 9,99, R$ 53,99... No entanto, apesar de estar anunciado o preço quebrado, a cobrança costuma ser arredondada para cima, provavelmente em 99% dos casos. E o problema se estende a trocos de valor superior que, muitas vezes, se transformam em balas.
O assistente da diretoria da Fundação Procon-SP, Carlos Alberto Nahas, afirma que fornecer o troco é uma obrigação do comerciante ou do prestador de serviço, independentemente do valor. Ele explica que, na falta de troco, o preço deve sempre ser arredondado para baixo. E frisa que balas e caixas de fósforo não são dinheiro.
- Se o consumidor não aceitar balas ou vale, o troco tem que ser dado em dinheiro. Se custar R$ 1,99 e a loja não tiver moeda de um centavo, o preço deve ser arredondado para baixo - explica Nahas.
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