segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Planejamento financeiro

A InfoMoney publicou um pequeno artigo sobre planejamento financeiro ("Como transformar o seu salário na quantia ideal?").

Todo mês a sensação é a mesma: ou os dias estão longos demais ou o problema é o seu salário que termina antes de receber novamente. Mas, por que será que essa situação acontece? Há alguma maneira de transformar o seu salário em ideal?

(...)

"Para tornar o seu salário ideal, a pessoa precisa elaborar uma planilha mensal de todas as dívidas e variáveis que ela possui para se adequar ao seu respectivo salário".

Leia aqui o texto integral.

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Coreógrafo sobre finanças pessoais

Vagner Menezes Pereira (apelido Fly) é um coreógrafo da Rede Globo. Trabalhou com a Xuxa e também com o Luciano Huck. Após passar por dificuldades financeiras em sua vida, ele aprendeu sobre finanças e agora dá palestras sobre o assunto.

"Em 1998 eu fazia faculdade de marketing e não conseguia assimilar uma matéria chamada 'Finanças em Marketing'. E eu não podia repetir porque senão perdia a minha bolsa de estudos. Mas acabei perdendo a bolsa e fiz a matéria com outro professor, que me ensinou a trabalhar com calculadora financeira. A partir daí comecei a estudar sozinho. Depois que li uns 40 livros e comecei a entender o assunto, resolvi passar isso adiante."

Aqui tem um vídeo com ele no programa da Ana Maria Braga.

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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Versão de atualização 1.0.9

Identificamos que para alguns usuários estava ocorrendo um erro relacionado a carregar e salvar o arquivo de configurações do sistema. Era uma mensagem parecida com:

System.IO.IOException: O processo não pode acessar o arquivo 'C:\Documents and Settings\Administrador\Dados de aplicativos\GranaForte\GranaForte_settings.xml' porque ele está sendo usado por outro processo.

Por alguma razão a classe do .NET Framework que estávamos usando para carregar e salvar arquivos XML estava deixando o arquivo 'em uso', preso pelo processo do programa. Nós alteramos a forma de carregar e salvar estas configurações (usando outras classes) e agora o problema está corrigido.

Sugerimos o download e atualização, quando possível.

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sábado, 7 de fevereiro de 2009

Não importa o tamanho do seu salário, faça poupança

Um centavo poupado é igual a um centavo ganho. Essa é uma frase atribuída a Benjamin Franklin, essencialmente parecida com aquele ditado popular sobre os grãos, a galinha e o seu papo cheio.

Citações de boteco de lado, existe uma regra simples que está totalmente relacionada com a construção do futuro financeiro. Ela diz o seguinte: consumir além do possível hoje, significa, necessariamente, consumir menos amanhã. O inverso também é verdadeiro: adiar o consumo presente (ou seja, consumir menos hoje) significa consumir mais amanhã.

É importante perceber que, ao contrário do que alguns pensam, o poder de poupança não depende do tamanho do salário da pessoa. O ponto chave é a capacidade de acumulação, o quanto você consegue poupar e investir ao longo do tempo. E isso está relacionado com a diferença entre o que você ganha e o que você gasta.

Para colocar isso melhor, seguem dois casos reais, retirados do excelente livro Investimentos - Como Administrar Melhor o Seu Dinheiro.

Caso 1

Jorge é um bem-sucedido executivo de uma empresa multinacional, em São Paulo. Todo mês, mais de R$ 20.000,00 são depositados em sua conta corrente. Certamente, ele faria parte da elite de qualquer país desenvolvido. Foi casado com Vera, uma nutricionista, que trabalha em outra multinacional, recebendo cerca de R$ 3.000,00 por mês. O casal tem dois filhos, Fábio e Juliana, que estudam em faculdades particulares, na capital de São Paulo.

Comer fora, viajar em férias para o exterior todos os anos, trocar os carros da família a cada dois anos, pagar contas elevadas de celular para todos e comprar roupas nas melhores lojas dos shopping-centers, tudo isso passou a ser uma necessidade da família de Jorge. Ninguém percebia exageros. Tudo era natural.

Há dois anos, Jorge decidiu separar-se. A rotina do casamento e a influência de colegas divorciados levaram-no a não tolerar mais os pequenos conflitos com sua esposa. Após 25 anos de união, o casamento já não existia mais.

Jorge foi morar em um flat e pode ser visto em companhia de jovens mulheres. Vera vem tentando melhorar seu estado depressivo, à custa de uma lipoaspiração e de uma pequena cirurgia plástica. Os filhos, chocados com a separação, tentam esquecer o problema da família, viajando com os amigos para o exterior.

As despesas assumem proporções ainda mais exageradas. Mas tudo é aceitável, ao menos aos olhos dessas pessoas e dos amigos mais próximos. Afinal, eles compartilham o mesmo estilo de viver.

Infelizmente, nada é eterno. Mudanças na empresa fazem com que Jorge perca o emprego. Um grande drama se instala. Na idade de Jorge, 51 anos, não é fácil encontrar emprego semelhante. Como viver a partir de agora? Jorge percebe que sua poupança é mínima. Ele tem apenas o dinheiro da rescisão contratual, cerca de R$ 80.000,00. Talvez dê para manter a família por uns seis meses. Mas eles vão ter que "apertar os cintos".

A situação de Jorge é muito comum, muitas famílias costumam elevar o seu padrão de gastos toda vez que recebem um aumento salarial e melhoram de renda. Parece algo natural, mas é importante entender onde está a armadilha. Aumentar os gastos na mesma proporção do aumento salarial, significa, na prática, não sair do lugar.

O pensamento que amarra as pessoas na pobreza é justamente esse, o de não dar importância para o futuro, o de ignorar a capacidade de poupança e o de usar a totalidade de seus recursos no aqui agora.

Vejamos o segundo caso, retirado do mesmo livro.

Caso 2

Justino nasceu em uma pequena cidade perto de Vitória da Conquista, na Bahia. Aos 23 anos, veio tentar uma vida melhor em São Paulo, seguindo o exemplo dos dois irmãos mais velhos. Encontrou o primeiro emprego como auxiliar de pedreiro em uma pequena construtora. Seu esforço e dedicação valeram-lhe uma promoção para o ofício de pedreiro em menos de dois anos. Ao concluir um segundo prédio, foi convidado para ser o zelador do edifício. Já casado, Justino encontrou aí uma boa oportunidade de economizar o aluguel, residindo em um pequeno apartamento oferecido pelo condomínio ao zelador. Sua esposa, Rita, fazia serviços como diarista para os moradores do prédio. A família conseguia poupar metade dos rendimentos. Justino começou a adquirir terrenos no bairro de Vila Carrão, na periferia de São Paulo. Nos finais de semana, a família ia visitar seus pequenos terrenos. Após adquirir três lotes, Justino contratou uma pequena equipe para começar a construir uma loja, com um apartamento no piso superior. Ao final de cinco anos, já possuía duas pequenas lojas e dois apartamentos. A renda desses aluguéis passou a dobrar o rendimento da família, então contando com três filhos.

Após 25 anos em São Paulo, ele tem uma renda de R$ 8.000,00 mensais com o aluguel de doze pequenos imóveis. Vila Carrão cresceu muito nos últimos tempos e o conjunto de imóveis de Justino chega hoje a valer quase R$ 1.000.000,00. Uma história verídica, embora não tão comum no Brasil. Imagine o que seria de nosso país se pudéssemos ampliar o número de pessoas com a mesma capacidade de trabalho e de poupança do casal Justino e Rita...

Justino foi esperto, soube dar atenção à formação de poupança. Ao priorizar a construção de uma bagagem de ativos, ele garantiu o seu futuro. Teve um começo difícil, como todos os que não nascem em uma família rica tem. Mas ao longo do tempo sua condição foi apenas melhorando, até chegar a uma situação bem confortável.

No livro de onde tiramos os dois casos, o autor conclui no final do capítulo que a diferença entre aqueles que conseguem poupar e aqueles que não conseguem poupar é a capacidade de não cair nas tentações do consumismo.

Muitas pessoas dizem "eu preciso", "eu necessito", para justificar uma determinada compra, quando deveriam estar dizendo "eu quero", "eu desejo". Saber identificar o que é essencial e o que é descartável é uma habilidade importante para todos nós.

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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Versão de atualização 1.0.8

Estamos com uma atualização disponível para download. Nesta versão melhoramos a interpretação de data, hora e números decimais, para as diferentes instalações do Windows. O reconhecimento destes campos está mais sólido e irá funcionar de forma consistente em diferentes culturas do sistema operacional.

Outra novidade é a formatação dos valores numéricos na tabela e nos relatórios, que agora está incluindo os separadores de milhar.

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